quinta-feira, 3 de maio de 2012

Plágio do plágio


Monsier Turtle, se você estiver vendo isso: que se foda você, esse texto é meu! Hahahaha.
Esse texto eu escrevi, quando eu ainda conseguia transferir emoções pro papel de forma homosexual carinhosa.


Algum diazinho de 2010, uma cereja chorou

"Sem dó, cantas sol pra mim.
Tentas ir de ré, mas não dá, Por isso vais para lá.
Se fá, si mi, me mi ma.
E com duas notas já perdi a razão.
Respira fundo e descobre que as melodias do coração não são tocadas por apenas duas mãos.
E num grito quase sussurado perdi o tom.
Cadê o chão?"

Sra. Leite - uma ex-amante de minha dor.

Esse eu escrevi apaixonada, quando não deveria estar. Não me arrependo, foi uma experiência boa, carrego boas lembranças disso. 
Sinto falta da minha intimidade com as palavras... Acho que a vida está me esfriando.

(E é SENHORITA para o senhor, missya)

Um comentário:

  1. hon, se eu ainda leio teu blog?
    pior que não, eu digitei o texto no google por acaso, pra ver se voce colocou em alguma rede, abriu teu blog, lembrei dele
    sim, eu costumava ler ele
    nao, nao era stalker, você me contou que tinha um blog antes mesmo a gente ficar junto
    eu gostava de ler sua produção literária falida, hoje eu vejo que o falido é você
    but I'll always love you :)

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